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Deu na pesquisa: 56% são contra o impeachment de Bolsonaro

Bolsonaro sobre vacina da Pfizer: 'Se você virar um jacaré, é problema seu'  - ISTOÉ Independente

Se nos parece cada vez mais evidente que fazer política, neste País, não passa de carreirismo, fisiologismo, casuísmo e muitos “ísmos”. A demonstração disso está estampada no gesto de alguns partidos de esquerda que, no afã de aproveitar-se (como sempre) do momento de turbulência, porque passa o País, não perderam tempo, engatilhando pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Que o Governo Central tem deixado a desejar e muito, na condução dessa crise epidemiológico-sanitária, isso não se pode negar. Mas daí, aproveitar-se disso para querer tirar o chefe do Executivo, num momento como esses, se nos parece precipitado, ilógico. Mesmo porque, ou se prioriza o salvamento de vidas humanas ou se prioriza uma questão institucional que pode ser resolvida até mesmo ao apagar das luzes, isto é, mesmo em momentos próximos ao término do mandato do presidente, que terminará daqui a dois anos. Basta ver que o impeachment de Donald Trump está ocorrendo, mesmo após o término do mandato dele.

Há que se perguntar: O Presidente não tem dado motivos para isso? Sim. Até concordamos que sim. Só que, num momento em que acusações a muitos governos municipais, estaduais e federal, não tem faltado. Vão desde o desvio de milhões, até a negligência em deixar faltar oxigênio à população e não se perpetrou o impedimento dos outros governantes. Isso sem falar que, tudo leva a crer que, os candidatos apoiados pelo presidente são favoritos nas próximas eleições de segunda-feira, dia primeiro de fevereiro. Sendo assim, como irão lograr êxito, se o presidente terá o apoio de Câmara e Senado?

Ora, o povo não entrará nessa e a prova disso foi a pesquisa realizada com 2002 pessoas de 204 municípios das 27 unidades da Federação. Não houve surpresa. Afinal, estamos no meio de uma pandemia que já ceifou a vida de praticamente 220 mil brasileiros, caminhando para uma dezena de milhões de infectados. Como se vê, o povo não prioriza, não tem interesse nesse debate, ao contrário dos impeachments de Collor e Dilma, em que o povo foi às ruas, pedir a saída de ambos que, enfim, saíram mesmo.

A pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisa, publicada neste sábado (30), mostrou que 38,8% dos entrevistados são favoráveis ao impeachment do presidente. Outros 56,4% são contra e 4,8% não souberam responder ou não opinaram. Sabendo que o favoritismo dos candidatos apoiados pelo Palácio do Planalto é mais que manifesto, a essas alturas, falar em impeachment é chover no molhado. É querer enxugar gelo. Não adianta.

Sabem os senhores parlamentares muito bem que, ainda que se fizesse a abertura do processo do impeachment de Bolsonaro, tal processo iria se arrastar até quem sabe, após o término de seu mandato, que findará em 2022. Traduzindo: Estão os parlamentares da esquerda blefando. Acham que todo brasileiro é ingênuo e cairá sempre no conto do vigário.

Comento, argumento. Só não invento!

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