INSENSATEZ é o nome do perigoso flagelo, no Brasil

- Se o termômetro que mede a temperatura de determinada situação, afere-se pelo emprego das palavras ditas, o que se ouviu, hoje pela imprensa, de personalidades brasileiras, acerca dos protestos do 7 de setembro, então não há mais dúvida de que, inegavelmente INSENSATEZ É O NOME DO NOVO E PERIGOSO FLAGELO, bem pior que o novo coronavírus.
Prova disso foi o que disse o presidente da República, Jair Bolsonaro, de que a partir de agora não cumprirá determinações do desafeto dele, ministro do Supremo, Alexandre de Moraes. Outra “perola” de expressão foi proferida pelo ministro aposentado do Supremo, Carlos Ayres Britto que, entrevistado pela Rede Globo falou que, ao contrário do que diz o Chefe da Nação, ‘é o Supremo que “enquadra” o presidente.

- Ora, convenhamos! Num momento em que o País precisa de vozes de peso, moralmente falando, que possam apascentar os ânimos, usa-se os meios de comunicação para açodar ainda mais o espírito de beligerância existente em setores da República. O que ganham eles e outros com esse tipo de bravatas?
Mas, a insensatez é manifesta, na medida em que, confiando sabe-se lá em quê ou em quem, acerca do que disse o presidente em seu discurso, na Avenida Paulista, entraram personagens que, ao invés apresentarem-se como ponto de equilíbrio, fizeram foi suscitar o aumento de ressencimento e ódio, a exemplo do que fez o colega, Fernando Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil.
- Acerca da informação de que Bolsonaro convocaria o Conselho da República, nesta quarta-feira, antecipou-se o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, além de líderes de partidos, os quais disseram que não comparecerão, em nítida demonstração de descrença no diálogo e contorno da crise.
A pegunta que não quer calar é: Que armas disporiam tais atores, numa situação caótica, de perturbação social, fora de controle? Não seria construtivo desarmar os espíritos, já que nesse game, ninguém ganha e todos perdem?
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Comento, argumento. Só não invento!




