
Tudo na vida precisa de razoabilidade e em se tratando de pessoas públicas isso não pode ser diferente. Mas, em se tratando do senador Davi Alcolumbre isso parece não fazer sentido.
Todo o País sabe do modus operandi do citado político do Amapá que, em sua passagem pela presidência do Senado e do Congresso Nacional não tem feito outra coisa, senão desprestigiar seus pares, logo eles que o elegeram.
Alcolumbre resolveu sentar-se sobre dezenas de pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, pedidos protocolados para nada, já que o senador sequer se digna dá encaminhamento, em total desrespeito aos colega.
Pois não é que este mesmo Davi Alcolumbre agora tenta outra vez conquistar o voto dos senadores, para renovar o mandato! Para isso, está dizendo que fará qualquer coisa para obter o almejado êxito, inclusive colocando-se a favor da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, contanto que, em contrapartida, obtenha o apoio do PL, partido do ex-mandatário.
É como se não soubesse que, grande parte dos senadores eleitos não tivessem chegado lá, nas eleições deste mês de outubro, prometendo renovar a Mesa Diretora a Casa, tendo o presidente atual como o primeiro a ser substituído.
É como se Alcolumbre fosse confiável e merecedor de credibilidade; é como se a voz das urnas não tivessem dado claro recado aos eleitos, no sentido de que é preciso estabelecer um novo tempo, na condução das pautas da chamada Câmara Alta.
É como se Davi Alcolumbre não fosse ele próprio, o principal artífice do gigantismo de alguns ministros do STF, frente ao Poder Legislativo. Diante deste Legislativo está de joelhos, o poder presidido por ele próprio, para vexame e desequilíbrio na harmonia e independência entre as referidas instituições.
É como se diz no adágio popular: ‘está faltando óleo de peroba, na cesta de Alcolumbre’.
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