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RAZÃO PELA QUAL OS CRISTÃOS NÃO DEVEM VOTAR EM MARÍLIA ARRAES OU EM JOÃO CAMPOS

RAZÃO PELA QUAL OS CRISTÃOS NÃO DEVEM VOTAR EM MARÍLIA ARRAES OU EM JOÃO CAMPOS

RAZÃO PELA QUAL OS CRISTÃOS NÃO DEVEM VOTAR EM MARÍLIA ARRAES OU EM JOÃO CAMPOS

RAZÃO PELA QUAL OS CRISTÃOS NÃO DEVEM VOTAR EM MARÍLIA ARRAES OU EM JOÃO CAMPOS

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Política e Cristianismo são compatíveis? – Conexão Política

Já que a busca frenética, pelo voto do mundo cristão, nesta campanha, por parte dos candidatos a prefeito do Recife só tende a crescer, até o próximo domingo, ousamos trazer à baila, a presente temática de altíssima indagação, qual seja, votar ou não, nos candidatos João Campos ou Marília Arraes. E neste passo se nos parece bom dizer logo, de saída que, nos referimos aos eleitores cristãos e por motivos óbvios, senão, vejamos.

Preconizam todos os institutos e compêndios de inspiração constitucional que, no Brasil o Estado é laico e, como tal, matérias de ordem secular não devem misturar-se ou confundir-se com aquelas atinentes ao Estado. Isso é verdade e quanto a isso não se discute.

Só que, quando o eleitor cristão que professa sua fé e a tem como âncora e razão de viver o Evangelho de Jesus Cristo, aí os postulados alheios ao cristianismo ficam em segundo plano ou sem plano algum. Isso porque a Palavra de Deus está acima de qualquer circunstância ou ideologia. Até porque, teologicamente falando A Palavra é o próprio Deus, vez que no princípio, palavra era o Verbo e o Verbo era Deus, etc, etc, etc.

Ora, se os candidatos acima citados rezam na cartilha das siglas (PSB e PT) que, por sua vez aceitam e até de certa forma fomentam o fortalecimento de plataformas ideológicas como a ideologia de gênero e o aborto (só para citar alguns), não é razoável que se possa transigir saindo do “quente ou frio” para o “morno”, sob pena de se “jogar pedra na cruz”, indo na contramão da Bíblia Sagrada. Mas isso, repito, é sob o prisma ou ponto de vista cristão. Sob o ponto de vista cidadão, aí desaparece o cerne da presente reflexão, já que, sob a égide da cidadania, todos são iguais perante a lei, em direitos e deveres. Fora dos princípios cristãos, entretanto, penso que os “fiéis” têm o direito-dever de votar em qualquer um dos dois e de acordo com a consciência de cada um. Ou seja, enquanto cidadão, voto livre e obrigatório. Enquanto cristão, voto nulo, em branco ou abstenção. Ponto.

Comento, argumento. Só não invento!

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