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Anderson Ferreira vai cortar as asas do Presidente da Câmara, Adeildo da Igreja

Adeildo da Igreja - Vídeo 4A Rua do Colégio - Asfaltamento | Facebook

Embora não se comente abertamente, o fato é que, a matéria publicada por este Blog Luís Machado, primeira edição desta sexta-feira (29), repercutiu muito nos meios políticos (Prefeitura e Câmara de Vereadores) de Jaboatão, vez que discorreu com exatidão e tornou público, acerca do cenário hoje existente, na política da cidade.

Não é para menos. Afinal, a leitura é a de que Adeildo estaria pavimentando seu caminho, rumo à sucessão de Anderson, daqui a quatro anos, tendo como pano de fundo, a costura de mais um mandato de forma antecipada à frente do Parlamento, por dois biênios consecutivo (2023/2024), a terminar, portanto, daqui a quatro anos. Ora isso é tudo o que o Prefeito, desta vez, não quer nem ouvir falar, bem ao contrário de 2017, quando ele mesmo trabalhou em função da eleição do citado correligionário.

Ouvido por um vereador que pediu anonimato, Anderson Ferreira, sabendo que o Grupo de Adeildo (cerca de 20 vereadores) já havia até marcado votação para março, ocasião em que selariam a permanência do Presidente da Câmara até 2024, Anderson tratou logo de chamar a todos eles (inclusive o próprio Adeildo) para conversar, em pequenos grupos, ocasião em que “pediu” a que não prosperassem com a ideia em torno da tal eleição, sob alegação de que “isso comprometeria a imagem de Executivo e Legislativo e todos sairiam perdendo com isso”. É claro que não é por isso.

O prefeito quer candidatar-se ao Governo do Estado e não quer correr o risco de deixar a administração “engessada” por um presidente de Câmara que na verdade vai é trabalhar para eleger-se em 2024. Até poderia ser. Se esse presidente fosse alguém de sua estrita confiança, como por exemplo, o vereador Pastor Ginaldo, cuja candidatura a presidente, nesta legislatura não prosperou.

Ora, habilidoso como é o prefeito de Jaboatão, sabe ele que o combustível propulsor do “modus operandi” chama-se cargo comissionado. Mas na outra banda, sabendo os Vereadores que Anderson está atrasado quanto às nomeações e estas justificariam fazer o que ele quer, estabeleceu-se uma indefinição, em torno da tal votação pró Adeildo.

Se o Prefeito sabe que os vereadores querem é cargo e estes sabem que se estes não saírem como eles querem, a eleição seria o único trunfo para forçar Anderson a usar a caneta, a situação estaria teoricamente indefinida. Pelo menos por enquanto.

Questionado sobre o assunto, disse o vereador consultado: “Pelo que eu conheço a Casa, o presidente Adeildo e o Grupo não prosperarão com essa ideia da eleição. Vão acolher o “pedido do Prefeito”. Leia-se, caro eleitor: O Prefeito atenderia a cota de portarias de cada um e o assunto estaria ou estará resolvido. Traduzindo, a Administração Anderson Ferreira, em sendo assim, governará sem qualquer oposição, na Câmara de Vereadores de Jaboatão dos Guararapes.

Comento, argumento. Só não invento!

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