
- “Quem não te aceita quem te rejeita/Pode não crer. por ver cristãos que vivem mal/Cristo piedade! Cristo piedade!/Cristo piedade, piedade de nós (2x).
Esta antiga música de perdão, cantada nas igrejas católicas, por ocasião das Santas Missas, expressa bem o que está acontecendo, nos nossos dias.
Bem ao contrário dos primeiros três séculos do cristianismo – em que testemunhar a fé em Jesus Cristo custava o martírio de quem ousasse desafiar, sob as mais variadas e cruéis formas de suplício, o poderosíssimo Império Romano, – agora, uma simples festa de carnaval é motivo para que Missas e outros atos sofram alteração em sua rotina, neste período de Momo, sob alegação de que “é por questão de segurança aos fiéis”, já que o aumento da violência nas ruas não é descartada. Em paróquias, onde havia quatro Missas, neste Domingo, só houve celebração de apenas uma e ainda assim, pela parte da manhã.
De fato, é verdade que, não dá para fazer “vista grossa” à violência, neste período. Mas também é verdade que a insegurança pública é real, haja ou não haja carnaval e, como tal, cai por terra, em princípio, os motivos alegados para a aludida alteração da rotina, nas Igrejas. Este se nos parece ser o primeiro aspecto a ser considerado.
O segundo aspecto é que, partindo da premissa de que, se para ser verdadeiramente seguidor de Jesus Cristo, a violência corporal é o que menos conta – “aquele que mata o corpo não pode matar a alma”; “quem perder a sua vida por amor à mim e ao Evangelho, viverá” – a partir daí, aqueles investidos na condição de pastores, correm o risco de darem contratestemunho por, de certa forma, privarem os fiéis de receberem o próprio Cristo, através da Eucaristia.
O dever que tem a Igreja de pensar na segurança dos fiéis, não é maior do que o dever que tem ela, de levar o Pão da Vida, a quem quiser e por Ele tenha amor maior. O bem de se está “seguro” da violência urbana, não é maior, nem pode está acima do Bem Maior, que é a própria Vida, Jesus Cristo Eucarístico.
No período em que mais se matou os cristãos, foi quando mais se testemunhou o amor a Jesus Cristo. Foi nos primeiros séculos em que se fincou os fundamentos da doutrina, em vigor, até hoje. Como diz Tertuliano (inicio do Cristianismo) “O sangue dos mártires é semente de novos cristãos”.
Como diz outro trecho da precitada e aludida canção, “Hoje, se a vida é tão ferida/Deve-se à culpa e à indiferença dos cristãos…!
Senhor piedade! Senhor piedade!
Senhor piedade! piedade de nós“.
Rapidíssimas
- . Do leitor Rafael Alves Bosshard sobre Marcos Mion – “Normalmente assisto ao programa de Marcos Mion e, de fato, ele é diferenciado, em vários sentidos: Ele é cativante, sabe interagir como poucos, sabe escutar e sabe quando deve falar, religioso, agradece sempre à Nossa senhora, é um bom Pai. Acredito que, o mesmo, deve ser um ser humano incrível. No programa de hoje com Alceu Valença, com u sósia de Reginaldo Rossi, e, principalmente quando “quarteto da reação”, do Recife, PE que sentou na cadeira do Caldeirola, foi sensacional! Ele, deitou no palco, jogou confete, interagiu, como sempre, com o público presente e nós do outro lado da telinha. Salve o grande Marcos Mion.” Pronto.. Falou e disse!
- . No Rio, o escárnio não é menor – Cassino, cabeleireiro e massagem: como é a vida no camarote em que uma noite de diversão pode custar quase R$ 3 mil por pessoa. Funcionando dentro do sambódromo, o camarote do Bar Brahma recebeu por dia de desfile cerca de 7,4 mil pessoas para ver shows como Zeca Pagodinho, Péricles e Sorriso Maroto. Enquano isso, a fome devora muita gente, nas favelas do Rio de Janeiro!
- . Sodoma e Gomorra no Carnaval, é café pequeno – Carnaval levanta debate sobre relacionamento aberto; entenda o que é “não-monogamia”. Comprometidos estão anunciando nas redes sociais novo formato de relacionamento para curtir a festa. A euforia pela chegada do carnaval tem ampliado as discussões sobre as diferentes formas de se relacionar. Enquanto os solteiros reclamam de ‘muita pose e pouco beijo na boca’ na folia, comprometidos estão anunciando nas redes sociais a abertura do relacionamento para curtir a festa. Quem acha que Sodoma e Gomorra era pesado, agora vê que eram “café pequeno”. Será que a conta vai chegar?
- . Desfile tem o valor de um carro – Quanto pode custar desfilar no carnaval? Segundo rainhas, musas e destaques das escolas de samba, essa conta pode ter valor alto (muito alto…). É que, para além dos gastos com a fantasia, que envolve de penas a pedrarias, também há despesas com tratamentos estéticos e ensaios ao longo do ano, entre outras coisas. “É muito investimento. O dia de hoje [do desfile] é muito caro. Tem bronze, unha, tratamento estético. Tem que fazer porque gosta e por amor. Deixo um carro por carnaval. Já deixei muitos carros. Estou no carnaval porque amo e porque quero”, contou Ana Paula Minerato, musa da Gaviões da Fiel, ao g1. Tirem vossas próprias conclusões.
- . Enquanto isso, a Arquidiocese de Olinda e Recife… – Mandou imprimir 2 mil talões de bilhetes a serem objeto de uma rifa, cujo preço será de R$ 10,00 para quem quiser colaborar e concorrer a vários prêmios (inclusive automóvel), que estarão disponíveis em cada uma das 153 paróquias da Arquidiocese. O dinheiro visa cobrir um rombo que, segundo disse um diácono na Missa de hoje, surgiu por conta da pandemia da Covid-19. Com o “fique em casa” o dinheiro não chegava, mas as contas pra pagar, sim. O Arcebispo que vai chegar, certamente não ficaria satisfeito com a “herança maldita de divida”, que pudesse ser deixada por dom Fernando Saburido, que vai se aposentar. Participem!
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