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Zenaide Barbosa e Gladstone Vieira Belo amigos que partem um após o outro

*Com subsídio do Blog do Magno.

Por termos dado uma parada nas atividades do Blog, nessa sexta e no sábado (29 e 30), em função das celebrações da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, só tomamos conhecimento do falecimento da jornalista Zenaide Barbosa, na madrugada deste domingo (Zenaide falecera na manhã desse sábado), o que nos causou muita consternação.

A exemplo de tantos que passaram pelo Diario de Pernambuco, também nós fomos contemporâneos de Zenaide, no período de 1978 a 1986 e concordamos com o colega Magno Martins que, no título de sua matéria, citou também Gladstone. Para ele, os dois finalizam uma geração de ouro, com o que concordamos.

Com muita propriedade, disse Magno: “Por uma dessas coincidências da vida, Deus levou nesta Semana Santa dois jornalistas da geração de ouro do Diario de Pernambuco: na terça, Gladstone Vieira Belo, que começou como repórter policial e chegou à superintendência do jornal, numa primeira fase, e depois condômino”, para finalizar dizendo: 

“Hoje (ontem) , quem fez a última viagem foi Zenaide Barbosa, editora-geral do DP por muitos anos, ambos na mesma faixa etária, próximos dos 80. Os conheci no início dos anos 80, quando comecei no Diario de Pernambuco como correspondente do jornal em Afogados da Ingazeira, minha terra natal.”

Corroborando ao que disse Magno, nos parece oportuno dizer ainda que, Zenaide foi a primeira mulher a ocupar o cargo de Editora-chefe de um grande jornal, no Brasil, função exercida por muitos anos.

Recordo que, não faz muito tempo, Zenaide me disse, através de uma rede social, que estava, morando fora de Pernambuco, mas que guardava muitas recordações daquela época. Na conversa, foi interessante saber que, a exemplo do que fiz, também ela enveredou depois para o caminho da advocacia.

A propósito, na homenagem em que daqui fizemos a Gladstone Vieira Belo, sem poder sequer sonhar que Zenaide poderia partir em data tão próxima, dissemos:

Quem, daquela época, não lembra de um Joezil Barros e de Lúcio Costa, Zenaide Barboza, Selênio Homem, Eliomar Teixeira e Robson Sampaio? Como não lembrar de Zé Maria, chefe da diagramação? Como esquecer do carrancudo Mário Shakespeare (que gostava de mim como nenhum outro)? Quem não lembra dos Valdimir e Ronildo Maia Leite? Isso apenas para citar alguns. O ainda operoso colunista João Alberto (recém saído do Diario) que o diga!” Se Zenaide leu a matéria, poderia imaginar que ela própria iria agora?

Segundo informações, Zena sofreu um infarto fulminante, em sua residência, em Candeias, Jaboatão dos Guararapes. 

Zenaide, vá em paz, também você, neste Páscoa do Senhor que, agora, mais do que nunca, é também a sua páscoa!

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